Dobra o sino
No silêncio da tarde que se esvai, um sino ressoa,
ecoando entre sombras que dançam devagar.
Murmúrios do passado, eternidade à toa,
histórias de almas que não param de amar.
O compasso do tempo, em notas vibrantes,
desperta memórias, um ciclo sem fim.
Nas paredes frias, sussurros constantes,
A igreja guarda segredos, entrelaçando o que há em mim.
Nos ecos suaves, a vida se esvai,
Cada batida, porém, é um laço, um convite...
a ouvir as melodias que o coração traz,
na dança dos sonhos que o sino emite.
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