Na eternidade do sentir
Silêncios desmedidos misturam-se aos sussurros soturnos da
noite fria e misteriosa.
Cada anseio é uma estrela que brilha na vastidão do universo...
O vento entra por uma
fresta da janela
E a realidade vai se esgotando em minhas mãos.
Nesse momento tão deprimente e solitário,
segredos se revelam em
murmúrios imponentes,
verdades emergem das
sombras...
a realidade fugidia vai adormecendo lentamente.
O coração, pulsando, anseia por liberdade, mesmo neste o
mundo envolto em pesadelos. Sinto, entre o sonho e a realidade, florescer
silenciosamente uma esperança silenciosa...
Antevejo a beleza que reside na efemeridade do ser e na
eternidade do sentir.
Momento tão necessário para evitar meu mundo de ruir.
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