Silêncios
profundos
Noite triste, silêncios
profundos,
corredores estreitos guardam sonhos fecundos.
Caminho desgastado pela solidão,
um caminhante cansado, passadas sem direção.
A imaginação flutua em sombras e luz,
sussurros do vento trazem iludidamente a ilusão...
Cada passo ressoa, ecoa e seduz,
na dança dos tempos, uma vida em construção.
Os olhos se fecham, o coração anseia,
por entre as frestas das velhas paredes uma esperança rasteja...
Caminho de pedras, poeira a atenuar,
a jornada é longa, mas é preciso sonhar.
No labirinto da mente,
um universo a explorar...
Na noite que pesa, há
sempre um novo despertar.
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