Entrelinhas da vida
Há a razão... há a emoção...
Qual delas meu objetivo primeiro alcança?
Sentimentos amenos em dias plenos...
A cadência do tempo traz esperança,
Enquanto o sol se despede, sereno.
Entrelinhas da vida, sussurros suaves...
Despedidas que vêm com o entardecer...
Um pôr do sol que pinta o céu com suas cores...
mais uma história de vida tecendo sua teia a cada anoitecer.
No horizonte, a linha lentamente se desfaz...
Trás dos montes, o eco profundo...
Venceu a razão... venceu a emoção...
Nos caminhos traçados pelo mundo?
A luz que cada ser guia, tão doce e fugaz,
revela o mistério de todo o mundo...
seus anseios... medos... esperanças...
Pavor de acabar trilhando caminhos pelo submundo
Em cada passo, em cada chegada... em cada despedida,
a vida se tece, entre sonho e dor.
Somos todos andarilhos da vida...
Vestidos em ouro... ou maltrapilhos...
Desvendamos a cada respirar... um passo por vez... as veredas
do caminho...
Não há mapas... não há sinais a indicar a direção.
Somente um silêncio inaudível,
a nos guiar... ora pela razão... ora pelo coração.
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