Vida louca
Vida.
Vida louca.
Loucura que não é pouca.
Areia movediça.
Sombra mortiça.
Picadeiro, vejo a lágrima caída.
Ando na corda bamba...
Mostraram-me a entrada.
Não, não me ensinaram a saída.
Como um palhaço, pinto a cara
faço um traço… me equilibro…
estou morto… estou vivo.
Não há escolhas.
As flores do jardim perderam as cores...
Os aromas se desprenderam...
Em outros rincões se esconderam.
A beleza silenciosa do lugar foi-se ao ver no horizonte o sol
declinar.
Passado arrastado
no presente sempre presente.
Malabarista. Hábil equilibrista.
Pago pela boa vida… e pago à vista.
Embora meu coração mil vezes me peça: ‘desista... desista...
desista.’
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