No silêncio do cais
Flores brotam entre os muros antigos,
pintando de vida ruínas esquecidas...
Como sonhos que dançam ao vento
e se entrelaçam nas correntes da vida.
Pontes se erguem sobre águas tumultuadas,
ancorando esperanças em portos seguros...
Entre mares navegados de incertezas,
e ecos de risos em tempos obscuros.
Ah, o silêncio no cais, onde a alma respira,
Refúgio dos medos, abrigo da paz...
Cada onda que chega, cada lágrima que brilha ensina que o amor não
correspondido sofrimento e tristezas apenas traz.
Assim, entre pontes e muros, seguimos...
Sempre em busca de um lugar seguro para ancorar nossos destinos.
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