Solitárias manhãs de inverno
Na bruma
das manhãs frias,
e solitárias, os sonhos adormecidos vagam...
Corações tristes e vazios,
entre sombras que se apagam.
Os poetas, sonhadores,
desenham com tinta de pranto
sentimentos ternos, suaves amores,
que o frio pra bem longe espantam.
Mas eis que a primavera,
com seu riso de flor e luz,
transforma o lamento em quimera,
e o coração com esperança seduz.
As manhãs invernais se vão...
A alegria volta a reinar...
e, na dança da vida, então,
o amor faz a alma cantar.
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