quarta-feira, 24 de setembro de 2025

 

Serenidade

 

Na serenidade do tempo, a alma silencia,

E espera, embora não saiba até quando.

Não revela o coração ansioso nada de sua agonia

 

Sustenta-se com fé o fio que o conduz.

A luz escondida persiste em viver.

De passo em passo, lento sim, mas contínuo...

 Espera a semente jogada na terra fértil alegremente florescer.

 

Tudo se faz como o mar que espera pela maré alta...

Ou como o céu, que aguarda a chegada da lua...

Ou como o amanhecer que espera o sol para iluminar os dias.

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