Serenidade
Na serenidade do tempo, a alma silencia,
E espera, embora não saiba até quando.
Não revela o coração ansioso nada de sua agonia
Sustenta-se com fé o fio que o conduz.
A luz escondida persiste em viver.
De passo em passo, lento sim, mas contínuo...
Espera a semente
jogada na terra fértil alegremente florescer.
Tudo se faz como o mar que espera pela maré alta...
Ou como o céu, que aguarda a chegada da lua...
Ou como o amanhecer que espera o sol para iluminar os dias.
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