Segue
solitário uma estrada triste, melancólica.
Amores
perdidos... passos desperdiçados...
Em seu
peito habita um coração pulsante...
Pela
dor sentida completamente ferido.
Só buscava
um hoje diferente do de antes.
Tantos
são os perigos da vida.
Depois
de cada curva o que pode encontrar?
No fim
da rua o que lhe está a esperar?
Noites
mais escuras...
Segue trôpego
seu caminhar.
Imenso
esse espaço por onde vagueia.
São
tantas rotas pra seguir.
Sente-se
preso por amargas teias...
Sofre com
o medo de não conseguir: o próximo passo, apagar as lembranças, ferozmente prosseguir.
O que
virá depois do hoje cinzento?
Que sentido
seguir no cruzamento?
Olhar perdido.
Pés machucados.
Coração
pelos enganos envenenado.
Só...
sente só vontade de, para bem além do agora, fugir.
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