Tempos
Incertos
Em meio a entraves, rodeada de obstáculos, a
chuva gelada gelidamente
desliza suave pelas ruas desertas.
Uma luz amena procura amenizar o impacto do gelado gelo indiferente das águas
que rolam pelas escadarias da matriz...
Lá está ela... soberana, reinando sobre os
telhados que dormem... retumbante e encantada, indiferente a tudo... como se o
frio da água gelada fosse nada.
Vibra no ar, majestosa... enquanto a vida ao seu redor se alerta.
Nas ruas desertas, ninguém por perto, apenas o silêncio, cortado pelos grossos
pingos da chuva gelada... raivosa, espera no seu passar os males do mundo
consigo levar...
Não sussurra... grita!
Não se veste de mágicas discretas...
Desdobra-se inclemente, esperando que as almas alertas, que as mentes
inteligentes corretamente a interpretem.
lavados de seus pecados...
Nunca mais pequem!
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