sábado, 12 de outubro de 2013

Sepultei? Não! Pra sempre enterrei
bem enterrado
no buraco mais fundo
um amor maior que o mundo.

Cobri-me com um preto véu,
desci a ladeira
num passo lento,
joguei suas lembranças ao vento...

Um corpo na cova,
como se fosse desova
de quem não serve pra nada mais...
com o corpo foram-se as provas
de um amor que não se fez jamais.

Enterrei... enterrado,
coberto de terra
um cadáver...
um mau cheiro exalado.



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