sexta-feira, 26 de setembro de 2025

 

Na eternidade do sentir

 

Silêncios desmedidos misturam-se aos sussurros soturnos da noite fria e misteriosa.

Cada anseio é uma estrela que brilha na vastidão do universo...

 O vento entra por uma fresta da janela

E a realidade vai se esgotando em minhas mãos.

 

Nesse momento tão deprimente e solitário,

 segredos se revelam em murmúrios imponentes,

 verdades emergem das sombras...

a realidade fugidia vai adormecendo lentamente.

  

O coração, pulsando, anseia por liberdade, mesmo neste o mundo envolto em pesadelos. Sinto, entre o sonho e a realidade, florescer silenciosamente uma esperança silenciosa...

Antevejo a beleza que reside na efemeridade do ser e na eternidade do sentir.

 

Momento tão necessário para evitar meu mundo de ruir.

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