Cheia de sonhos.
Combatia a realidade
Menina... mulher!
Metade no balanço da pracinha...
Outra metade se vira sozinha.
Tem um tanto de delicadeza.
Outro tanto de incivilidade.
Às vezes é guerra... às vezes é paz.
Metade é o que todo mundo vê...
Outra metade só ela mesma sabe o que faz.
Há nela cicatrizes.
Também sorrisos nela há.
Metade dela é vozerio.
Outra metade silêncio maior não há.
Uma parte é desiquilíbrio.
Outra...
está sempre equilibrada em cima de um fio.
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