quarta-feira, 22 de julho de 2026

 

(Des)encanto

 

 

“Eu faço versos como quem chora

De desalento… de desencanto…”

Escrevo por horas e horas...

Há escritos meus por todo canto.

 

Lágrimas que escorrem.

Lamentos a toda hora.

Escrevo dores sentidas...

Teço em versos amarguras vividas... (re)vividas.

 

E cada verso traz em si

um pouco de tudo o que senti...

Nas linhas tortas da vida,

“escrevo versos como quem morre...”,

escrevo tudo o que vivi.

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