Sons Ocultos da Alvorada
Na madrugada
serena, a luz suavemente se desenha,
ouço sussurros de promessas no ar...
Refúgio
etéreo, sem rota, sem direção...
Caminhante do tempo, deixo-me docemente levar.
Alvissareiro, o instante vibrante ressoa...
Ecos de um destino incrustados em mim...
Cantam
os pássaros, é vida lá fora que ecoa,
No suave murmúrio que inspira um novo fim.
Entre sombras e brumas, a alma levemente desliza...
Descobertas
ocultas surgem em cada amanhecer...
Em cada passo, um novo horizonte se eterniza...
Na
vastidão do ser, aprendo passo a passo como se faz pra construir um bom viver.
Por entre os sons do Universo, sou passante, sou alma suave delirante... pelo
planeta Terra a passar.
No
paraíso da aurora, reencontro toda manhã meu doce e amado lar.
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