quarta-feira, 24 de setembro de 2025

 

Desatinos

 

No crepúsculo da mente, sombras dançam,
Desatinos sussurram em ecos de insegurança.
Medos se entrelaçam como serpentes,
Afogando a luz que um dia esteve tão presente.

Passos hesitantes em chão de incertezas,

Areias movediças se movem ameaçadoramente...
Sonhos desbotados, vestígios de fortaleza.
Mas no silêncio profundo, uma chama resplandece,
Coragem escondida, em cada ferida que floresce.

Assim, entre medos e desatinos,
Renascemos, como pássaros, em novos destinos.

 

Desatinos!? Jamais...

Serei eu mesma a traçar meu destino!

 

 

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