terça-feira, 30 de setembro de 2025

 

Olhos da alma

 

 

Esse silêncio que aqui jaz...

Tanto tempo faz.

 

Os olhos da alma estão secos de tanto chorar...

A dor em meu peito está a me acabar.

 

Há um mundo glamuroso lá fora...

Minha alma o desconhece.

Nas ruas, fazem festas.

A vida bate palmas.

Quanta coisa boa vejo pelas frestas...

 

E... pra mim:

 

Tudo nebuloso parece.

Tudo em fragmentos dispersos.

Tudo num mar de dor imerso.

Tudo tão triste.

 

Quando desse tudo terrível em que vive verei minh’alma dizer que desiste?

 

 

 

 

 

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