sexta-feira, 12 de setembro de 2025

 

Vazio da alma

 

Caía um sol a pino…

Coisas da vida… ou do destino.

O dia tinha se mostrado quente

Agora o sol abrasador queimava o horizonte

Tudo se mostrava luzente.

 

Meus versos eram de amor… um amor que tudo acalma.

Naquele dia tinham sido de dor.

 

Às vezes escrevo tudo…

Noutras nada…

Naquele dia era o vazio da alma

que eu escrevia…

Nada tinha jeito de virar poesia.

 

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