Vazio da
alma
Caía um sol a pino…
Coisas da vida… ou do destino.
O dia tinha se mostrado quente
Agora o sol abrasador queimava o horizonte
Tudo se mostrava luzente.
Meus versos eram de amor… um amor que tudo acalma.
Naquele dia tinham sido de dor.
Às vezes escrevo tudo…
Noutras nada…
Naquele dia era o vazio da alma
que eu escrevia…
Nada tinha jeito de virar poesia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário