quinta-feira, 9 de outubro de 2025

 

Das cinzas nos reerguemos

 

No silêncio da eternidade, onde o tempo se esconde,
o denso medo se avoluma, como neblina em noites ruidosas, abrumadas e profundas.
Ventos sussurram segredos, dançando entre as sombras,
soprando nuvens escuras, que cobrem o céu com suas ondas.

O coração acelera, preso na angústia do momento...
cada rajada traz lembranças, ecos de um passado lento.

Mas uma luz tímida cintila, bem no olho da tempestade...
prometendo que, após a chuva, renascerá outra vez uma vida com amores de alegrias e verdades.

E, então, entre o medo e a calma, a batalha se desenha...
Entre nuvens sombrias, a esperança tem força... pra tudo transformas ainda se empenha.
Na penumbra do infinito, o vento continua a soprar...
revelando que, mesmo na dor, podemos, feito Fênix, nos reerguer das cinzas e amar.

 

 

 

 

 

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