Nos labirintos da alma
Nos labirintos da alma, onde os anseios dançam,
sussurros de medos se entrelaçam, sem esperança.
Sofrimentos passageiros, sombras do dia,
nos trazem indecisões, em melancólica sinfonia.
Os pesares, como névoa, encobrem o caminho,
desprovidos de razão, vagamos sozinhos.
A noite se estende, os brasões são insones,
E em cada passo, a dor faz-se em tons cinzentos e tristes.
Mas, em meio ao sofrer, há um brilho (in)certo,
um breve lampejo de vida, um amor a espiar... por perto.
Um lindo sentimento que nos ensina a bailar no escuro,
entre lágrimas e risos, o efêmero é puro.
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