Labirintos
Nos labirintos da
memória, onde os ecos do passado digladiam,
os amores perdidos esbarram em sombras, como folhas ao vento.
Cada sorriso um retrato, cada lágrima um lamento,
Desilusão, doce veneno que embriaga o coração em eterno sofrimento.
Em noites silenciosas, as estrelas são testemunhas vivas de promessas
quebradas, de esperança que se esvai...
Lembranças se entrelaçam, como um fio de teia, tentativa de tecer um futuro, enquanto o presente se desmaia.
Caminhos ilusórios nos levam à tristeza...
A vida um espelho, refletindo a
decepção...
Mesmo nas cinzas, porém há uma sutil sutileza, de encontrar beleza na dor da
solidão.
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