quinta-feira, 9 de outubro de 2025

 

Um peso morto

 

O frio da madrugada gela meu corpo.

Inerte estou à beira do mar...

Minha mente a divagar...

Como um barquinho perdido no mar.

 

Abandonada emocionalmente

Tento colocar minhas coisas no lugar...

No meio de tanta bagunça louca... tenho a impressão de que vou ficar... louca...

Do mar vem o conforto

Entro devagar... o corpo mais frio começa a ficar...

Boio mansamente nas águas salgadas do mar...

Deixo a onda me levar...

A boiar... a boiar...

 

O sol nasce no horizonte.

O calor de volta traz.

Volto pra areia silenciosamente...

Minha dor no fundo do mar...

Novo dia.

Esperança.

Alegrias?

Deixará meu caminho de ser torto?

Deixarei eu de ser pro mundo um peso morto?

 

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