Das cinzas nos reerguemos
No silêncio da eternidade,
onde o tempo se esconde,
o denso medo se avoluma, como neblina em noites ruidosas, abrumadas e
profundas.
Ventos sussurram segredos, dançando entre as sombras,
soprando nuvens escuras, que cobrem o céu com suas ondas.
O coração acelera, preso na angústia do momento...
cada rajada traz lembranças, ecos de um passado lento.
Mas uma luz tímida cintila,
bem no olho da tempestade...
prometendo que, após a chuva, renascerá outra vez uma vida com amores de
alegrias e verdades.
E, então, entre o medo e a calma, a batalha se desenha...
Entre nuvens sombrias, a esperança tem força... pra tudo transformas ainda se
empenha.
Na penumbra do infinito, o vento continua a soprar...
revelando que, mesmo na dor, podemos, feito Fênix, nos reerguer das cinzas e
amar.
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