Nossa
cruz
Em noites sem estrelas, a escuridão se estende,
vidas que passam, como sombras que se rendem.
Linhas que se cruzam, destino em fragmentos...
memórias apagadas, ecos de sentimentos.
Sussurros da dor, no silêncio profundo,
sofrimento que abraça, em um mundo lúgubre e imundo.
E na dança do tempo, entre risos e lágrimas,
encontramos os traços das nossas próprias chagas.
Mesmo na penumbra do tempo, porém, há luz a brilhar na esperança que insiste em
nunca se apagar.
Por mais que a noite pareça eterna e vazia,
a vida se reinventa, traz nova sinfonia.
Assim seguimos, entre sombras e luz...
carregando as dores e também nossa cruz
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