Lembrança de amores perdidos
Os ventos sopram frios,
trazem lembranças
de amores perdidos, sem nenhuma esperança.
Há beleza na fraqueza, porém, um brilho sutil,
um canto suave, um amor que é febril.
Embora o corpo claudique, a alma ainda suavemente dança,
encontrando na dor a força, a esperança e a confiança.
A vida, com suas cores, desafia o tempo
e, em meio às tempestades, floresce o sentimento.
No horizonte, o tempo lentamente
se esvai...
Como areia entre os dedos frios da solidão.
Nuvens negras flutuam nos céus, trazem ventania,
uivos do vento em profunda e deprimente canção.
O relógio toca, mas não marca a hora,
cada batida ecoa um vazio profundo.
A alma busca abrigo, a paz que implora,
Nos fragmentos de um sonho que se esconde num mundo que chora e chora.
E na tempestade que ruge sem fim,
caminho só... busco por mim.
esperando que as nuvens se dissipem e deixem brilhar aluz que espera, pronta a
voltar e mude o meu triste fim.
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