sábado, 18 de outubro de 2025

 

Nos abismos do ser, anseios sufocam,
Soluços dançam nas sombras, ecoando as dores,
Errôneo é o caminho trilhado, errante,
A mente insana busca paz entre os temores.
Olhos cansados de chorar, pesares guardados,
Insones vigílias na noite conflitante,
O sôfrego coração, pulsando apressado,
Carrega o peso da alma, um fardo incessante.
Mas há uma chama, mesmo em meio à dor,
Que brilha suavemente, promessa de alívio,
Nos silêncios profundos, a esperança resplandece,
E transforma esses males em um novo motivo.

Assim, entre soluços e lágrimas perdidas,
Ergam-se sonhos, trazendo vida às partidas.

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