Desiludida
Nas sombras da
alma, o amor se esvai,
Desiludida, e a vida sussurrando seus ais.
Corações em frangalhos, ecos de ilusões,
Promessas quebradas, tristes e lamentosas canções.
As flores murcham, o sol se oculta,
dores que dançam numa tristeza oculta.
Um abraço
vazio, um olhar perdido,
O desamor é um fardo, um caminho sofrido.
Mas em meio ao lamento, uma luz persiste,
A esperança renasce, de surgir da escuridão não desiste.
Entre lágrimas e risos, a vida faz seu jogo,
E mesmo na dor, encontra-se um afago.
Assim sigo, entre sombras e brilhar,
Aprendendo a amar, mesmo ao desamar...
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